21 de abril de 2009

Enquanto Isso

Dos dias solitários que me restam
Já não tenho mais escolha além do imaginar

Meus anseios ocultos são sombras
De um passado turbulento que ainda reside em mim

Eu não posso mais suportar
É tudo tão triste, sem sentido
O que me rodeia já me é indiferente

Acordar pela manhã e expor-se para o mundo
É martírio para quem não mais se importa

Com a solidão escura

Ouço uma música triste e adormeço
O ressoar do canto de um pássaro erradio
Adverte de um novo dia que acaba de nascer.

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